Da terra, apenas o sustento da família
Por Luciana Mandler
Em algum momento, em sua evolução, o homem descobriu que podia tirar da terra o seu alimento. Desde então, começou a produzir no espaço que lhe pertencia, tanto para consumo próprio quanto para comércio.
E não é diferente nos dias de hoje. Para o casal de colonos, Lucila e Cláudio Stuelp, moradores de Boa Vista, interior de Santa Cruz do Sul, a produção na lavoura faz parte de suas vidas desde muito cedo.
Seu Cláudio conta que desde os nove anos já ajudava o pai com o serviço na lavoura. “Eu lavrava com os bois”, lembra. Desde então, o trabalho no meio rural sempre lhe acompanhou. Casado há 44 anos com dona Lucila, os dois acordam cedinho da manhã para iniciar suas atividades no campo.
Segundo dona Lucila, faça chuva ou faça sol, por volta das 5h30min, primeira coisa a ser feita é a higiene pessoal, para que logo depois possam saborear um bom chimarrão. E aí sim ter forças para começar o dia, que por sinal é cheio de afazeres.
Enquanto esquenta a água do mate, dona Lucila já tira o leite da vaca, para quando o leiteiro passar, já estar tudo encaminhado. “Vendo o leite para o leiteiro, então cedo tem que estar pronto”, explica.
Depois de tirado o leite da vaca e chimarrão tomado, é hora de fazer o serviço no galpão. E conforme seu Cláudio, a patroa, como diz, sempre o acompanha. O casal trata as galinhas, os porcos e soltam o gado.
Feito isso, é hora de seguir com o serviço da lavoura. Lá, uma grande produção de milho, feijão, batata e mandioca, muito bem distribuídos em parte dos 12 hectares que pertencem ao casal, herdados da família de seu Cláudio.
Há 17 anos em Boa Vista e aposentados, plantam para o próprio consumo. Perto do meio-dia, voltam da roça para que dona Lucila possa fazer o almoço. “A patroa sempre me acompanha”, destaca o produtor. “Só nos dias de lavar roupa e limpar a casa, então ela fica em casa”, revela.
Para seu Cláudio e dona Lucila, o trabalho na roça é bom, gostam do que fazem, e trazem em suas raízes, a origem do que é um verdadeiro colono. Lutando de sol a sol para que sua produção na agricultura se fortaleça e dê bom retorno para a família.
Com a palavra, Benício Werner
Para comemorar e marcar o dia do Colono e do Motorista, não poderia faltar ele, Benício Werner, presidente da Afubra, grande colaboradora dos produtores rurais. Benício vê no dia 25 de julho, uma data festejada por muitos como o dia do agricultor, que ocorre no dia 29 de julho. “Esse dia 25 de julho é o dia do colonizador e na verdade a gente aproveita a data para reverenciar os antepassados, e também considerar esse dia como o dia do agricultor, mais conhecido como o dia do colono”, salienta.
O presidente da Afubra vê ainda nesta data a união e integração das pessoas, assim como antigamente acontecia. Vê também, como uma data cultural, onde relembramos o que nossos antepassados trouxeram na bagagem da Europa.
Mesmo tendo ocorrido uma quebra na safra, principalmente na cultura do tabaco na região e em todo o Rio Grande do Sul, devido ao clima, não devemos perder o 25 de julho. “Não devemos perder o espírito de luta, processo e de coragem que os antepassados tiveram vindo além mar, sem ao menos conhecer a pátria que estavam adotando”, coloca.
Como incentivo para todos os colonos e também motoristas, Benício deixa sua mensagem. “Sempre tenhamos vontade de trabalhar e pensamento positivo, fé no nosso trabalho e dentro da nossa alma, a espiritualidade e a crença no ser superior, que é Deus. Desta forma, com toda a certeza, venceremos os momentos difíceis a que cada um de nós está sujeito”, enfatiza.
Em nome de toda a diretoria e colaboradores da Afubra, Benício deseja um alegre e feliz dia dos colonos!
A importância da agricultura
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR), de Santa Cruz do Sul, Osvino Etges fala neste dia do Colono e Motorista da importância dessas pessoas perante a comunidade.
Para seu Osvino, o agricultor é um ponto chave da nossa história. “Graças a ele, temos produtos para serem comercializados na cidade”, destaca. Ainda, segundo Etges, uma cidade não vive sem a agricultura.
Seu Osvino, não somente como presidente do Sindicato, mas também como um ser humano, parabeniza tanto aos colonos como aos motoristas de toda a região. “Parabéns para os colonos e também para os motoristas. Sabemos do importante trabalho que cada um realiza da sua forma!”.
Ele é o motorista oficial de Santa Cruz do Sul
Por César Dutra
Quase parece surreal, mas em uma cidade como Santa Cruz do Sul, onde rivalidades entre partidos políticos são perceptíveis, o motorista oficial da prefeita, já comandou o volante de três outros chefes da administração do município. São mais de duas décadas marcadas por confidências de governo, companheirismo, dedicação e, sobretudo, de muitos quilômetros rodados.
De estatura média, magro e sorriso tímido, o cachoeirense Jaime Carpes Almança é um homem de poucas palavras. Para ser mais direto, fala o necessário, ainda mais quando o assunto é a atual e seus outros três chefes, os prefeitos José Arno Frantz, Edmar Guilherme Hermany, Sérgio Ivan Moraes e a então prefeita Kelly Moraes.
O caráter, a seriedade, a vontade de sempre querer aprender mais e a simplicidade se juntaram à vontade de crescer profissionalmente, quando o elegante prefeito José Arno Frantz convidou Almança para ser seu motorista particular em 1985. “Ele me disse uma frase que nunca mais esquecerei”, conta Almança.
“Comesse pela cozinha, porque você tem que tratar bem e dar atenção aos filhos do prefeito”, relembra.
Com suspiros profundos, Jaime fala que um dos momentos em que seu coração de pai de família fala mais alto é quando ele deve abrir mão do lar nos fins de semana, para atender a chamados da prefeita. “Você tem que estar pronto 24 horas. Não dá para programar um passeio no sábado ou no domingo de última hora, tem que ser tudo combinado”, explica.
Ser motorista requer muita responsabilidade. Esse cuidado parece ser infinito, quando se está transportando a autoridade máxima do município, o prefeito ou prefeita. “Sempre penso que estou levando comigo a minha família”, compara Almança. “Estou transportando a prefeita de Santa Cruz, qualquer coisa que acontecer com ela, referente ao trânsito, a culpa vai ser minha”. Salienta, acrescentando que seu maior medo enquanto trafega são os engarrafamentos.
Profissionalismo que ultrapassa entraves políticos
Qual o segredo para que após as eleições o prefeito eleito contrate o motorista do ex-administrador do município? - Jaime, sempre muito modesto, diz acreditar que a competência e a diferenciação de momentos em que se está vivendo podem ser pontos culminantes para a admissão desse cargo de extrema confiança. “Sou um profissional”, convence. “Quando mudava de partido, nunca misturei as discordâncias políticas.
Sempre fiz tudo de maneira correta, e procuro sempre estar 15 minutos com antecedência nos locais combinados”, confidencia. “O motorista de autoridades, sobretudo, deve saber guardar segredos e as estratégias políticas, não comento nem na minha casa”, sublinha.
E não é que havia uma barata
Quando questionado sobre alguma situação inusitada que ele presenciou com alguns dos prefeitos em suas viagens, Jaime quebra a seriedade e deixa um sorriso largo estampar em seu rosto. Foi no mandato de Sérgio Moraes, e não foi em uma viagem, o palco do acontecimento foi a própria Santa Cruz, conforme relata Almança: “Estávamos em uma lancheria, o prefeito pediu um cachorro quente e eu um pastel”, conta. “Ele terminou de comer seu lanche e também pediu um pastel. Quando ele deu a primeira mordida, olhou seriamente para mim e perguntou: Jaime será que é? Eu respondi: Sim, é”. Para a nossa surpresa e para a vergonha eterna do dono da lanchonete, havia uma barata dentro do pastel do então prefeito Santa Cruz. Um, de muitos fatos ocorridos durante, e no intervalo, do trabalho de Jaime.
A gratidão ao lado do volante
Na opinião de Jaime, 25 de julho, muito além de ser um dia para comemorar, é uma data para que o motorista “puxe o freio de mão” e reflita sobre as suas atitudes no trânsito. “Se você pode comemorar mais um ano, dirija sempre com segurança, para que novamente você possa estar ao lado de sua família”.
A paixão pelas palavras
Por Claudia Lawisch
O dia 25 de julho é também é o dia do escritor. E não são poucas as histórias de artistas locais que se dedicam ao ofício. Mas há também os que desenvolvem obras sem que isso seja sua principal função. O que não quer dizer que não colaborem significativamente para o desenvolvimento da História e da nossa Literatura.
Um exemplo é Roni Ferreira Nunes. Apaixonado por livros desde criança, ainda lembra do primeiro livro que ganhou, em um concurso de redação da Escola Goiás: Iracema, de José de Alencar. “Foi algo que me incentivou. Tenho isso como um marco”. A partir daí sempre se manteve envolto em obras literárias. Ainda bastante jovem começou a colaborar com jornais, atividade que manteve de 1989 a 1996/97. Época em que foi reunindo suas produções, aliado à faculdade de Direito, que cursava na Unisc.
Graduou-se advogado em 1993 e por conta da pós-graduação que começou em seguida, foi a Porto Alegre, onde conheceu o editor Rossir Berne, que muito o incentivou para o lançamento de seu primeiro livro. E assim o fez. Em 1996, Roni lançou “O Buscador”, pela Editora Alcance, na 42ª Feira do Livro de Porto Alegre. Obra que reúne contos, crônicas e poesias.
É no ambiente onde passa boa parte de seu dia, no seu escritório de advocacia, que se encontra sua grande quantidade de obras literárias. “Gosto igualmente de prosa e poesia”, diz Nunes, de fala rápida e atenciosa ao mostrar com empolgação sua variedade de títulos. “Leio muito, aqui tem livros por todo lado e vindos de toda parte”, explica. “Desde que comecei a trabalhar, o destino de meu salário incluía a compra de livros”, conta acrescentando que no período da pós-graduação em Porto Alegre morava próximo a um sebo, que frequentava assiduamente.
“Não tenho uma inspiração definida. Sento e escrevo, quando há tempo, à noite, após o expediente”. Nesse ritmo, em 2001 reuniu 54 poemas inéditos e lançou-os no livro “Café com k”, pela Editora Suliane.
Sem histórico de escritores na família, não é assim que espera que a história continue. Incentiva bastante seu sobrinho, “para ver se sai outro escritor na família”, ri. Apesar do gosto assumido, diz que nunca pensou em ser somente escritor. “Tenho bastante interesse pelo Direito também. Não me vejo sem isso”.
Quando perguntado sobre novas obras, Roni é reticente. “Não me cobro compromisso quanto a isso, mas é possível que seja algo relacionado ao tradicionalismo gaúcho, à Literatura Regionalista”, revela ao explicar que é esse tema que o tem envolvido bastante ultimamente. Ganhou, inclusive, o 2º lugar no concurso de contos do Encontro Nacional de Arte e Tradições Gaúchas (Enart), em 2005, na única vez que participou.
Hoje participa da Associação Tradicionalista e Santa Cruz (ATS). Possui toda a coleção do obras de Barbosa Lessa e ressalta a necessidade de valorização da cultura local, regionalista.Também possui uma obra infantil pronta, inédita, que desenvolveu para a participação em um concurso a nível nacional Não ganhou o concurso, “mas valeu a experiência”, completa. Roni diz que não tem data ou planos imediatos para a publicação dessa produção.
Obra como contribuição histórica
Emigdio Henrique Campos Engelmann tem 57 anos e é um profissional da área da Informática. Trabalha como professor na Unisc há 27 anos, mas seu saudosismo é mais antigo. O gosto pelo conhecimento do passado e de histórias antigas vem desde tempos de criança. “Sempre fui morador da cidade, vi ela crescer, vi suas ruas e praças se desenvolverem”, conta.
Desde os idos anos de 1930, a família de Emigdio é proprietária do então Hotel e Veraneio Engelmann, de Sinimbu, na época ainda 4º Distrito de Santa Cruz. Sempre foi palco de agradáveis veraneios e serviu de hospedagem para os mais diversos visitantes, inclusive um Cônsul Britânico e sua família. O empreendimento seguiu até 1965, quando encerrou suas atividades. Porém nunca se mexeu na propriedade. Foram conservados documentos, testemunhos e fotografias que instigaram Emigdio a resgatar a história do local e apresentá-la à sociedade.
Foi o que fez a partir da segunda metade dos anos 80, quando passou a observar a propriedade agora ocupada por sua tia. Junto com outros membros da família resolveu restaurar o local, para que retomassem as atividades do antigo hotel e Veraneio. No processo, resgatou dados e fatos, recolheu depoimentos e montou a historiografia do local. Uma obra chamada “Saudosos Verões”, lançada em 2005.
Apesar disso, Emgidio não se considera um escritor. “Trabalho com Informática e organizei uma historiografia. Sou um saudosista que se interessa por livros, por história”, explica. E de fato, possui uma bela coleção de livros de Literatura e de História que guarda junto com a coleção de selos que herdou de seu pai. Todos são mostrados com orgulho.
Percebe-se que Engelmann está longe de viver da arte de escrever livros e que não é um escritor recorrente. Mas ofereceu às pessoas uma obra literária e, por meio dela, o conhecimento de situações relevantes de nossa história. Pode, portanto, ser muito bem festejado nesse dia.
O Colono – Teixeirinha
Eu vi um moço bonito, numa rua principal
Por ele passou um colono, que trajava muito mal
O moço pegou a rir, fez ali um carnaval
Resolvi fazer uns versos, pra este fulano de tál.
Não ri seu moço daquele colono
Agricultor que ali vai passando
Admirado com o movimento
Desconfiado la vai tropicando
Ele não veio aqui te pedir nada
São ferramentas que ele anda comprando
Ele é digno do nosso respeito
De sol a sol vive trabalhando
Não toque flauta, não chame de grosso
Pra ti alimentar, na roça está lutando.
Se o terno dele não está na moda
Não é motivo pra dar gargalhada
Este colono que ali vai passando
É um brasileiro da mão calejada
Se o seu chapeu é da aba comprida
Ele comprou e não te deve nada
É um roceiro que orgulha a pátria
Que colhe o fruto da terra lavrada
E se não fosse este colono forte
Tu ias ter que pegar na enchada.
E se tivesse que pegar na enchada
Queria ver que mocinho moderno
Pegar na foice de um arado nove
E um machado pra cortar o cerno
E enfrentar doze horas de sol
Num verão forte tu suava o terno
Tirar o leite arrancar mandioca
No mês de julho no forte do inverno
Tuas mãozinhas finas delicadas
Criava calo e virava um inferno.
Este colono enfrenta tudo isto
E muito mais eu não disse a metade
Planta e colhe com suor do rosto
Pra sustentar nós aqui na cidade
Não ri seu moço mais deste colono
Vai estudar numa faculdade
Tire um "dr" chege lá na roça
Repare la quanta dificuldade
Faça algo por nossos colonos
Que deus lhe pague por tanta bondade.
Mensagem a São Cristóvão
Poesia de Padre Álvaro Lenhardt
Ó São Cristóvão não sei bem onde terias nascido
Nem bem onde e como terias vivido
Se estás envolto em penumbras e lendas
Sei que percorrestes desencontradas sendas
Sei que procuraste servir o mais forte Senhor
E assim encontraste Jesus Cristo, o Salvador
Ó São Cristóvão que transportaste por violento caudal
O fardo precioso o próprio Menino Jesus
Seja para mim teu exemplo forte sinal
Ajudar os outros é servir o Senhor, eis minha luz
Que meu carro não seja um ginete redomão
Cuida dos pneus, livra-me da derrapagem e colisão
Protege meus olhos, minhas mãos e meus pés
Que em minhas andanças, não sofra nenhum revés
Pelas estradas muito bem esburacadas
Com mil curvas e muito movimentadas
Livra-me dos animais, às vezes bem atrapalhados
Defende-me dos pedestres, das crianças e dos choferes apressados
Dá-me Senhor atenção nas curvas e cruzamentos
Que ninguém esteja alcoolizado, respeite os pedestres
Que não dê batida e não provoque tristes lamentos
Que não mande ninguém por descuido às moradas celestes
Senhor, que minha viagem não seja interrompida
Seja ela curta, média ou até comprida
Por incêndios, assaltos tombadas ou “pechadas”
Que nunca pegue ninguém na rua ou nas calçadas
Ó São Cristóvão protege-me transportando pela estrada
De Santa Cruz, Rio Pardo ou Encruzilhada
Produtos in natura, produtos manufaturados
Sejam os choferes da bênção Divina acompanhados
Ó São Cristóvão que não chegue à garagem do céu
Antes do prazo estipulado é o sonho meu
Ó São Cristóvão que não esqueça jamais
Que a vida é viagem aos páramos do céu
Um dia, ó Pai do Céu, acolhe este teu cidadão
Por ter cumprido alegre e feliz sua missão.
Os padroeiros dos heróis que celebramos
Por Dogival Duarte
Cada categoria de trabalhadores tem o seu padroeiro. O padroeiro é uma motivação espiritual, mas é também um fato importante recordar que em cada categoria tem um santo que se dedicou àquele ofício.
A cada 25 de julho sempre digo que é meu dia três vezes: dia do colono, dia do motorista e dia do escritor.
Sempre sonhei um dia retratar estas três categorias, ou seja, não esquecer dos escritores. Chegou o momento. Este é o primeiro 25 de julho do Diário Regional e não poderia passar em branco. Para homenagear nossos heróis antigos e modernos ao mesmo tempo, recordo aqui o padroeiro dos colonos, dos motoristas e dos escritores, sendo que nosso caderno especial retrata as três categorias tão significativas para todos nós.
SANTO ISIDORO é padroeiro dos colonos. Ele nasceu na Espanha. Conta a lenda que ele rezava antes e depois do trabalho na lavoura. Quando parava para descansar, também rezava. Um dia, seu patrão vendo que ele havia parado o trabalho e estava rezando, reclamou. Ao reclamar que ele estava parado, apontou para a junta de bois e viu um anjo arando no lugar de Isidoro e perguntou: quem é aquele que está trabalhando em seu lugar? Ou seja, o anjo salvou a pele de Isidoro.
SÃO CRISTÓVÃO é o padroeiro dos motoristas porque ajudava as pessoas a atravessarem um rio de correntezas fortes. Como era forte, ele transportava a todos sem distinção. Um dia carregou um menino que pesou “como se fosse o mundo inteiro”. Do outro lado percebeu que era o Menino Jesus. Este agradeceu seu bondoso trabalho de transportar as pessoas.
SÃO FRANCISCO DE SALES é o padroeiro dos escritores e dos jornalistas. Ele nasceu na França, foi bispo, místico, escritor e é doutor da Igreja mundial.
Sales ficou conhecido por seu estilo simples e de linguagem sóbria. Ele mesmo colocava debaixo da porta das casas os fascículos que escrevia.
Sales era bondoso, cordial, amoroso para com todos e ensinava: “Mais abelhas se apanham com uma gota de mel do que com um barril de vinagre”.
Fonte: Equipe do Diário Regional
Data: 23/07/2010
Família Stuelp
Jonas Vogt
Seu Cláudio cuida muito bem de seus dois porcos, assim como mantém em seus hectares algumas cabeças de gado
Presidente da Afubra, Benício Werner
Presidente Sindicato, Osvino Etges

Roni trabalha com sua estante coberta de livros, ao fundo
Emigdio Engelmann mostra seu armário de livros
SANTO ISIDORO
SÃO CRISTÓVÃO
SÃO FRANCISCO DE SALESDiário RegionalRua Professor Ivo Radtke, 68 Telefone: (51) 3053 1010 - 3711 2600
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