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23ª Feira do Livro termina com grande movimento

Público encheu a Feira em seu último dia
Público encheu a Feira em seu último dia

Mais uma edição da Feira do Livro chega ao fim, e mesmo depois do mau tempo, durante a manhã de sábado, neste domingo, o público aproveitou o sol e foi conferir o último dia em que livros estavam expostos na praça Getúlio Vargas.


Ao todo, 42 mil livros foram vendidos nos nove dias de evento, e cerca de 33 mil pessoas passaram pela Feira entre os dias 28 de agosto e domingo, 3. Para encerrar a Feira, atrações como Hora do Conto, Oficinas, Espetáculos Teatrais, show de Música e lançamentos de livros, fizeram com que um dos pontos da cidade se movimentasse, mostrando que os santa-cruzenses querem e têm optado pela leitura.


Durante o último dia da Feira, os visitantes puderam acompanhar a Hora do Conto, oficina na Unidade Móvel do Senac, o espetáculo teatral “O negrinho do pastoreiro”, que foi baseado na obra de Simões Lopes Neto e encerramento com o show musical da dupla Capodócia 23.


Lançamento – Na manhã de sábado, mesmo com o início da manhã chuvosa, o público foi até a Praça conferir o lançamento do livro de Gilberto Abrão. O autor lançou seu livro “Mohamed, o Latoeiro”, no primeiro semestre de 2010, em Santa Cruz do Sul, e voltou novamente para divulgá-lo na Feira do Livro.
Abrão é curitibano, mas está radicado no Rio Grande do Sul, mais precisamente em Novo Hamburgo, há muito tempo. Em seu livro, o autor narra a história dos colonizadores e a imigração árabe no Brasil.


Hip Hop – Após a apresentação e bate papo com o autor Gilberto Abrão, o público que estava presente na Feira, pode conferir a apresentação dos grupos de Hip Hop dos Centros Ocupacionais dos bairros de Santa Cruz, liderado pelo instrutor e coordenador Sandro Bittencourt, mais conhecido por Sandrinho.


Conforme Sandrinho, os jovens que fazem parte das oficinas, apresentaram danças, coreografias e músicas de autorias próprias. Para a garota Iara Proença, uma das integrantes das oficinas, é uma grande oportunidade o grupo se apresentar, pois assim, esses jovens podem mostrar que o Hip Hop não é usado como antigamente apenas para “bandidagem”, mas sim para se descontrair e levar a cultura do Hip Hop para a comunidade.


 

Fonte: Luciana Mandler / Diário Regional

Data: 05/09/2010


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